ENCONTRO COM JESUS CRISTO

ENCONTRO COM JESUS CRISTO
Nossa eterna gratidão às(aos) nossas(os) magníficas(os) mentoras (es) e professoras(es)

15 fevereiro 2011

Tolerância


"Aprendi o silêncio com os faladores, a tolerância com os

intolerantes, a bondade com os maldosos; e, por estranho que pareça,

sou grato a esses professores."
Khalil Gibran

Muitas vezes, no nosso dia a dia, costumamos reclamar de algumas

pessoas que nos atendem em lojas, supermercados, ao telefone, enfim,

as pessoas que nos atendem de alguma forma.

O que não nos damos conta é que também estamos entre essas pessoas. E

que, como elas, também estamos nos relacionando com várias outras

pessoas.

Devemos pensar duas vezes antes de nos irritarmos.

A irritação, a intolerância, fazem com que provoquemos males ainda

maiores na sociedade que vivemos.

São os pequenos desentendimentos que geram os grandes conflitos da humanidade.

Por isso, não negue consideração e carinho diante de balconistas

fatigados ou irritadiços. Pense nas provações que, sem dúvida, os

atormentam nas retaguardas da família ou do lar.

A pessoa que se revela mal-humorada, em seus contatos públicos,

provavelmente carrega um fardo pesado de inquietação e doença.

Aprender a pedir por favor aos que trabalham em repartições, armazéns,

lojas ou bares é obrigação.

Embora estejam sendo pagos para cumprir suas tarefas ou sejam

subordinados a nós são seres humanos como nós mesmos.

Lembre-se que todas as criaturas trazem consigo as imperfeições e

fraquezas que lhes são peculiares, tanto quanto, ainda desajustados,

trazemos também as nossas.

Muitas vezes, nós mesmos, atormentados por algum problema a resolver,

tratamos mal alguém que nos venha pedir um favor com delicadeza.

O que aconteceria se essa pessoa também nos tratasse mal; ficaríamos

ainda mais irritados. No entanto, se essa pessoa, apesar da nossa

má-vontade, nos tratasse bem, com cortesia e gentileza, pensaríamos

melhor no que estamos fazendo, podendo até mudar de atitude.

Em muitos casos, o que nos falta é um pouco de tolerância.

Ter tolerância é ter paciência e saber entender os problemas alheios.

A tolerância deve ser aplicada indistintamente entre todos e em

qualquer lugar. É lição viva de fé e elevação e não pode ser

esquecida.

Tolerar, no entanto, não significa conivir.

Desculpar o erro não é concordar com ele. Entender e perdoar a ofensa,

não representa ratificá-la, mas sim ser caridoso e compreensivo.

É indispensável não entrar em área de atrito, quando puder contornar o

mal aparente a favor do bem real.

Perdoe as ofensas e tente entender os problemas alheios sem julgá-los

preconceituosamente.

Faça aos outros o que gostaria que fizessem para você.

Seja uma pessoa amistosa para com todos.

Contribua sempre com um pouco de amor para vencer o mal do mundo.

Tolerância é caridade em começo. Exercitando-a, em regime de

continuidade, você defrontará com os excelentes resultados do bem onde

esteja, com quem conviva.

BIBLIOGRAFIA
Sinal Verde, cap. 14 e Convites da Vida, cap. 56, ed. FEB.